Blog drTanajura: sobre 4 ou mais rodas

Janeiro 30, 2008

A traseira do veículo é importante?

Arquivado em: Design — DR Tanajura @ 12:47 am

Selecionei 4 veículos que estão à venda no mercado brasileiro. Na minha modesta opinião o design dos veículos deixa a desejar, veja como ficaram esquisitas.

Novo Vectra, da GM:

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O SW 206 da Renault:

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A Citroen criou algo muito estranho no C4:

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A Pálio Weekend (tive 3 delas):

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Eu não sei qual escolher para levar o título.

Janeiro 29, 2008

Viagem para Saquarema, RJ

Arquivado em: Estradas — DR Tanajura @ 1:09 am

Fiz uma viagem para Estado do Rio de Janeiro entre 25 e 27 de janeiro. Só de pedágio gastei R$ 56,30 (Dutra/ Carvalho Pinto/ Airton Senna) + R$ 3,50 (Ponte Rio-Niterói).

O carro utilizado foi um Fiesta Trail 1.0 com ar. A àlcool na ida fez 8,5 km/l e com gasolina comum na volta fez 9,5km/l. O consumo está muito alto para um carro 1.0. Haja visto, que o Corolla 1.6 faz 13,50 km/l e o 1.8 faz 11,80km/l (sempre com gasolina e ar). Realmente é preciso avaliar bem se vale a pena comprar 1.0. É claro, que tem o valor dos carros, um bem mais caro.

Ainda sobre o carro, creio que exista um erro grave no projeto do banco. Você não consegue encostar a cabeça no encosto de cabeça, ele está posicionado um pouco para trás. É totalmente desconfortável.

A Dutra está sendo totalmente recuperada e diria que não existe um buraco no trecho entre Taubaté e Rio de Janeiro. Está muito boa.

No Rio de Janeiro estão recomendando não pegar a linha Amarela ou a Vermelha. O risco de bala perdida é enorme. Mesmo na Avenida Brasil é bom tomar cuidado. Assim, você deve atravessar estas avenidas durante o dia. À noite evite-as.

Não acredito estarmos passando por uma situação tão caótica, principalmente em todo o Rio de Janeiro e alguns locais da cidade de São Paulo e para falar a verdade em todas as cidades existentes.

Não podemos mais sair de casa? Perdemos a liberdade de ir e vir? Quem garante o ir e vir? Se sairmos de casa não dá para saber se na volta encontraremos nossos pertences. Permanecendo em casa ficaremos à mercê do medo e poderemos sofrer sequelas.

Saquarema é um local muito bonito e ainda é possível passear sem preocupação. A calmaria reina na cidade.

Janeiro 24, 2008

Feriado na Capital do Estado de São Paulo

Arquivado em: Sem-categoria — DR Tanajura @ 2:23 am

Dia 25 é aniversário da cidade de São Paulo. O DR Tanjura ficará 4 dias na região dos lagos no Rio de Janeiro. Mais precisamente na cidade de Saquarema. Estaremos de volta no dia 28 de janeiro.

Janeiro 22, 2008

Grupo Fiat

Arquivado em: Fabricantes — DR Tanajura @ 2:38 am

O Grupo Fiat sobrevive graças ao design avançado e implementação de tecnologia de ponta em seus veículos. O Grupo foi absorvendo outras empresas italianas como Ferrari, Alfa Romeo, Maserati, Lancia.

Os italianos entendem de cadeira. As cadeiras mais confortáveis e ergonomicas são as italianas. Com todo esse conhecimento, os bancos dos carros do Grupo Fiat, obviamente, são confortáveis ao extremo.

O Dr. Tanajura comprou vários carros Fiat e nunca teve problema com a qualidade dos mesmos (Fiat 147, Uno, 3 Pálios Weekend) e foram os bancos mais confortáveis para se viajar.

Fiat

Línea 2008

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Fiat 500 2008 (a volta ao passado com simplicidade)

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Alfa Romeo 2008

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Lancia 2008

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Ferrari 2008

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Maserati 2008

Interior da linha esportiva

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O clássico

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Iveco

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Janeiro 21, 2008

Algo mais sobre câmbio automático

Arquivado em: Automático ou manual — DR Tanajura @ 2:05 am

A principal função da transmissão automática (e manual) é permitir que o motor funcione numa gama de velocidades, visando aliviar o motor e economizar combustível. Traduzindo, a transmissão utiliza engrenagens para tornar mais eficaz a distribuição do torque do motor.

Características de uma transmissão automática:

  •  Se o carro está em overdrive a transmissão selecionará automaticamente a marcha baseada na velocidade e posição do acelerador;
  •  Acelerando suavemente, o carro irá seguir em velocidades mais baixas do que se acelerar plenamente;
  •  Se diminuir a aceleração, a transmissão cairá para uma marcha inferior (downshift);
  •  Movendo a alavanca para a posição 2 ou 1, o carro andará numa velocidade menor. Já na mudança automática pisando menos no acelerador, a transmissão fará o downshift. Se o veículo está correndo muito, somente quando ficar mais lento haverá o downshift;
  •  Se a transmissão ficar no 2, ele não fará downshift ou upshift, mesmo parando o veículo, a menos que você mova a mudança alavanca.

Entre os maiores fabricantes de transmissão automática, está a Aisin, que produz uma gama imensa de produtos para todas as áreas. No Brasil, por exemplo, já fez no passado câmbio automático para o Marea da Fiat e Vectra da GM.

A Volkswagen na versão 2.0 do Golf, oferecia transmissão automática de 4 marchas que foi substituida por uma nova de 6 marchas, fabricada pela Aisin. O problema é que o motor 2.0 é fraco para a transmissão de 6 marchas automático, acelera de 0 a 100 km/h em 11,7 segundos e atinge 192 km/h de velocidade máxima. A 6ª marcha serve para economia de combustível e um rodar mais confortável. Se colocar no “D” funciona normalmente e no modo esportivo “S” as trocas são feitas em regimes de rotação mais elevados e a 6ª é suprimida. A 120 km/h o conta-giros marca 3.100 giros. A Volkswagen acaba de anunciar o câmbio de 7 marchas para o Golf.

O câmbio automático do Mercedes-Benz 7G-tronic é considerada uma transmissão automática com maior número de relações.

Mercedes Benz 2008 S550 Sedan:
Driver-adaptativo 7-velocidade transmissão automática. É um 5.5L 32-válvula V-8 motor – 382 hp @ 6000 rpm.

BMW M5 sedan:
A M5’s 7-velocidades SMG Drivelogic apresenta teclas no volante e uma selecção de alavanca sobre o console central. As mudanças são automáticas em milissegundos e garante que a velocidade é mantida em toda a gama de mudanças.

A Ford da Espanha anunciou a inclusão de um novo câmbio automático de seis velocidades Durashift 6-Tronic para os motores 2.0TDCi 130cv com DPF e no Duratec 2.3 161 CV Diesel. Esta caixa de câmbio é fruto da parceria com a japonesa Aisin AW.

A primeira empresa a apresentar um sistema automático de oito marchas foi a japonesa Aisin, para o Lexus 460. O objetivo visava o aumento do desempenho, exigência dos potenciais compradores do veículo. A economia veio como benefício secundário.

A alemã ZF também desenvolveu um câmbio automático com oito marchas (apresentando seu sistema seis meses depois da Aisin), pensou em obter vantagens em relação ao consumo, mas só decidiu aumentar o número de marchas em um segundo momento. “Nossa intenção era colaborar na redução do consumo e das emissões”, diz o engenheiro Michel Paul, vice-presidente de tecnologia da ZF. “O número de marchas de que precisaríamos para isso não era nossa principal preocupação”, afirma. Durante o trabalho, os alemães perceberam que, ao longo da história, cada vez que se acrescentava uma marcha aos sistemas de câmbio automáticos, conseguia-se uma redução no consumo.

Aumentar o número de marchas na caixa não é uma operação simples. O acréscimo de peças pode aumentar o peso e também as perdas mecânicas da transmissão. Mas o resultado obtido pela Aisin e pela ZF deixou todos otimistas, o que leva a acreditar que, se a tecnologia permitir, mais marchas ainda poderão ser acrescentadas às caixas automáticas.

Economia prevista pelos fabricantes com o aumento de marchas:
5 marchas – 8%
6 marchas – 13%
7 marchas – 16%
8 marchas – 21%

Interessante é a presença da Aisin, altamente especializada em câmbios automáticos. A Aisin construíu uma fábrica nos Estados Unidos da América em 1986, iníco da produção em1989. Está localizada em Seymour, Indiana e desde então fornece componentes para Honda, General Motors, Mitsubishi Motors, Nissan e Toyota. A empresa também opera em Marion, Illinois.

Você já ouviu falar sobre a Aisin Seiki, que foi fundada em 1949. Ela faz parte do grupo Toyota.

A Toyota Group é um grupo de empresas que trabalham juntas. As principais empresas do grupo são Toyota Industries Corporation e a Toyota Motor Corporation.

* Toyota Industries Corporation (1926)
* JTEKT Corporation (1935)
* Toyota Motor Corporation (1937)
* Toyota Auto Body, Co. Ltd. (1940)
* Aichi Steel Corporation (1940)
* Kanto Auto Works, Ltd. (1945)
* Toyota Tsusho Corporation (1946)
* Aisin Seiki Co., Ltd. (1949)
* Toyoda Gosei Co., Ltd. (1949)
* Denso Corporation (1949)
* Toyota Boshoku Corporation (1950)
* Towa Real Estate Co., Ltd. (1953)
* Toyota Central R & D Labs., Inc. (1960)
* Daihatsu Motor Co (1907; Toyota detém 51% da empresa desde 1999.)
* Hino Motors (diesel caminhões e ônibus. Toyota detém 50,5% da empresa desde 2001.)

Afiliadas:

* Kyoho kai grupo – Auto peças empresa – 211 empresas.
* Kyouei kai grupo – Logística / facilidade empresa – 123 empresas.
* Fuji Heavy Industries, Ltd., fabricante dos automóveis Subaru. (Toyota detém 8,7% da empresa.)
* Isuzu Motors Ltd. (Toyota detém 5,9% da empresa.)
* Misawa Homes Holdings, Inc. (Toyota detém 13,4% da empresa.)

Aisin Seiki Co., Ltd., também conhecida como Aisin TYO: 7259, um membro da Toyota Group, é uma empresa que desenvolve e produz componentes e sistemas para a indústria automotiva e outras áreas interessantes. A Aisin é uma empresa relacionada no Fortune Global 500, ocupando a posição 347 em 2007.

Janeiro 20, 2008

Garantia do veículo zero km e usado?

Arquivado em: Garantia — DR Tanajura @ 10:00 pm

Carros usados
As lojas que revendem carros usados deveriam oferecer garantia, principalmente para câmbio e motor. Como já dissemos em outro artigo, existem empresas que fazem o checkup do veículo, garantido por emissão de documento comprobatório. Muitos compradores não conhecem veículos, não conseguem diferenciar se o carro está bom ou não. Os lojistas aproveitam a situação para empurrar carros em péssimo estado de conservação. Exija garantia de pelo menos 6 meses, com claúsula que permita devolução do carro caso apresente problemas. Tenho um exemplo prático. De todos os carros usados que comprei até hoje, consegui uma vez garantia de 3 meses para motor e câmbio e recentemente na compra de um Corolla, a Sun North deu garantia de 1 ano.

Carros zero km
Atualmente a Hyundai no Brasil (CAOA) oferece garantia de 5 anos. Quem garante é o consórcio formado entre a CAOA e a Hyundai. A Toyota há muito tempo dá 3 anos de garantia. Uma novidade são as garantias de alguns carros lançados pela Renault no Brasil. O recém lançado Sandero (gostei do carro: espaçoso, bonito e com acabamento simplificado tem um bom preço) oferece garantia de 3 anos.

Entenda bem: a garantia cobre peças mecânicas que possam apresentar problema. E sua efetividade é garantida quando o comprador faz todas as revisões nas Concessionárias autorizadas. E dentro dos períodos indicados, de quilometragem e tempo. Siga à risca todas as determinações constantes do Manual do Proprietário, entregue quando retiramos o veículo da concessionária. Não deixe de ler o manual.
O problema é que na produção de veículos sempre poderá ocorrer problemas em algumas unidades. Existe até um número de veículos que poderão ter problema dentre uma quantidade produzida. Normalmente, são pequenos defeitos corrigidos nas revisões. Também existem alguns que ocorrerão antes da primeira revisão.

As indústrias automobilisticas criam mecanismos para evitar que este problema ocorra. Com a produção terceirizada da maioria das peças dos veículos, não é fácil o controle total da qualidade.

Conversando certa feita com um cliente, ele me informou que as empresas procuram diminuir sempre o número de defeitos que poderão ocorrer. Elas acompanham os números. Por exemplo, de cada 1000 veículos produzidos 5 têm defeitos (como disse, resolvidos em sua maioria nas próprias revisões por não oferecerem problemas aos motoristas compradores). Esses números são contabilizados. Não sei ao certo, mas no Brasil quem apresentava menos defeitos era a Toyota, depois a Honda, depois Volkswagen. Não lembro bem.

A Toyota pelo que sei tem a fábrica mais moderna dentre todas as outras, inclusive com maior automação. Mesmo seus fornecedores de peças utilizam moldes e outros itens preparados pela própria equipe da Toyota.

Às vezes peças importantes apresentam problemas de fadiga ou defeito de fabricação, que são corrigidos em recalls convocados pelas indústrias.
O difícil, quase impossível é você conseguir devolver um veículo que veio defeituoso. Existem pessoas que compraram um carro novo para evitar problemas e o mesmo fica parado na concessionária aguardando uma solução. Neste caso, deveria ser obrigatório trocar o veículo sem perda de tempo.

Janeiro 19, 2008

Recuperação e conservação de carros antigos.

Arquivado em: Restauro — DR Tanajura @ 2:52 am

Devemos agradecer aos apaixonados por carros antigos e algumas empresas que conservam seu primeiro carro (o que é defícil, pois o objetivo sempre é fazer carro para ganhar dinheiro). Muitas o fazem para chamar a atenção, apelo publicitário.

Às vezes vemos carros antigos desfilando nas ruas (é lindo de se ver e todos param para olhar) ou sendo exibidos em Salões e Museus. No fundo são as pessoas apaixonadas que conservam os carros.

Até as fotos dos carros é dificil de se encontrar. Procure fotos por exemplo do Doginho 1800 fabricado no Brasil, não se acha. E foi um carro que causou discórdia, quem não tinha criticava e quem comprava não queria outro carro.

Incrível é que existe uma indústria que possibilita a restauração dos carros. No Brasil são poucos os profissionais que fazem o trabalho direitinho. Recuperam até a pintura original do ano de fabricação, ou melhor, como sairam da fábrica na época.

Veja este site especializado em tintas para carros antigos, é incrivel:

Tintas

Veja este modelo Chrysler 1955:

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A Chrysler tem que se recuperar, veja os carros que já fez no site abaixo:

http://www.carnut.com/photo/list/chry/chry55.html

Outro site interessante: http://www.centralvalleyclassics.com/restore.html

Você quer recuperar o estado original do seu veículo antigo e que está encostado? É possível. Os fabricantes deveriam manter um museu com todos os modelos já fabricados.

Janeiro 18, 2008

Presidente da Toyota no Detroit Auto Show 2008

Arquivado em: Notícias — DR Tanajura @ 2:39 am

Vejam nesta entrevista, a simplicidade e humildade do Presidente da Toyota, reconhecendo erros e não colocando panos quentes. Não acusa parceiros/ fornecedores, não penaliza funcionários. Faz sim um apelo a que todos os funcionários da empresa façam uma auto-crítica do seu trabalho, para manter a qualidade dos produtos Toyota. Vejam que suas fábricas no EUA seguem as Leis trabalhistas vigentes.

Isto justifica o mérito da Toyota por estar crescendo tanto nos últimos anos, causando preocupação a toda a concorrência. Tendo inclusive executivos seus sendo contratados por empresas que reconhecem a qualidade da Toyota. E com total controle sobre suas finanças. Vigiada até pelo Governo japonês por ser hoje em dia a principal vitrine do Japão para o mundo.

Trechos de artigo publicado no The New York Times por MICHELINE MAYNARD em January 15, 2008, tradução do Dr. Tanajura:

Em sua primeira visita ao Detroit Auto Show 2008 desde que se tornou o presidente da Toyota, em 2005, Katsuaki Watanabe em uma conferência transmitiu aos seus empregados que assume responsabilidade pela qualidade dos carros e outros veículos da Toyota.

Surpreendeu os jornalistas, pois os executivos mantêm scripts que exortam as virtudes dos seus modelos mais recentes e carros conceito.

Katsuaki Watanabe, expandiu a Toyota, que passou a Ford no ano passado, classificando-se como a segunda maior empresa de automóvel nos Estados Unidos.

“Cada indivíduo deve exercer a responsabilidade” pela garantia da qualidade, desde a concepção, à fabricação e venda dos carros e outros veículos.

Falando por meio de um intérprete, o Sr. Watanabe fez transmitir que estava envergonhado por problemas que não deveriam ter ocorrido (transparência frente a exigência do mercado consumidor e de proteção ao consumidor), e que compartilhava com todos.

Houve uma série de recalls nos Estados Unidos e no Japão durante os últimos dois anos manchando a reputação de alta qualidade, angustiando Mr. Watanabe, que cresceu na empresa na área de investigação e desenvolvimento e operações de compra, antes da sua promoção a presidente.

A Toyota fez recall em 2,1 milhões de veículos em 2005. Reduziu para a metade em 2007. Em outubro, a Toyota fez recall em 470.000 veículos no Japão.

Ele também instituiu um “back-to-basics”, campanha destinada a que todos os empregados re-examinem as suas próprias ações, fora os procedimentos da empresa amplamente estudados para um efetivo controle da qualidade.

“Eu disse-lhes para reverem mais uma vez, se fizeram um bom trabalho”, disse o Sr. Watanabe.

Falando num tom fervoroso, frequentemente gesticulando suas mãos, o Sr. Watanabe recusou-se a culpar fornecedores da Toyota pela qualidade que resultou em problemas, que em boa parte ocorreu em veículos que tinham mais de 10 anos de idade.

“Eu não considero o problema como algo de responsabilidade dos fornecedores”, disse o Sr. Watanabe. “Temos de trabalhar em forma conjunta e plenamente conscientes de que são importantes fornecedores.”

Para ajudar a reduzir o problema, o Sr. Watanabe nomeou um executivo sênior de controle de qualidade e estabeleceu uma comissão para examinar processos, priorizando-os.

Mr. Watanabe atribuíu alguns dos problemas da empresa pelo grande crescimento nos últimos anos. “Mas agora que a Toyota é tão grande, nós percebemos que não somos devidamente comunicado das ocorrências.”

Executivos da Toyota foram mais otimista ao falar de novos veículos, incluindo o crossover sedan Venza, que permite uma condução suave e economia de combustível frente aos SUV’s, construídos sobre um chassis para veículos pesados

No final desta conferência, Mr. Watanabe trocou calorosa saudação com Mr. James E. Press, ex-presidente da Toyota amerciana e agora co-presidente na Chrysler. Cujo trabalho na Chrysler será fortalecê-la, revendo sua estrutura e métodos produtivos (“healthy” for the industry). Será um pouco da qualidade Toyota na Chryler.

Fotos de um dos produtos Toyota nos EUA:

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Violência no trânsito?

Arquivado em: Trânsito São Paulo — DR Tanajura @ 12:31 am

A humanidade está atravessando um período muito interessante, onde tudo é relevado, nada mais fica oculto. E se ficar oculto não será por muito tempo. Tudo está sendo colocado às claras para quem enxerga profundamente. Nossa consciência está mais aberta a influências. Cabe a nós filtrá-las.

O que é importante é sempre mantermos a calma, não reagir, mas sim ouvir. A paz deve estar em nosso coração.

Hoje na Praça João Mendes, no centro de São Paulo, ví uma cena muito triste. Um ônibus e um taxi estavam se estranhando e o ônibus parou atrás do taxi no sinal. Houve um sério desentendimento. No frigir dos ovos, o motorista do ônibus deu um murro no taxista e este foi ao seu carro pegou alguma coisa e correu atrás do motorista do ônibus. Meu ônibus foi para a frente e não vi o final da confusão.

Veja, que coisa triste. Alguém busina em nossa traseira e já queremos xingar e brigar. O motoqueiro passa como um louco entre 2 carros e quase acerta nosso carro já xingamos.

Concordo que não é fácil. A provocação surge à nossa frente a todo instante. Basta não nos ligarmos nela.

Ainda falando do transporte coletivo

Arquivado em: Trânsito São Paulo — DR Tanajura @ 12:12 am

Deixei meu carro na Sonnervig da Vila Guilherme e tive que fazer meus negócios por ônibus e Metrô. O preço das passagens é muito alto. Se você tiver a carteirinha Bilhete único e for e voltar pegando ônibus e metrô vai gastar R$ 7,00.

Peguei o Vila Medeiros/Liberdade, que passa em frente da Sonnervig e Sun North (Toyota). Falta ar-condicionado, pois dentro do ônibus passamos um calor danado. Não demorou para passar e todos sentados (12:15hs). Desci no Gasometro. Peguei de novo (13 horas) outro ônibus da linha, indo para a Liberdade. Calor e muita gente em pé. No ônibus caberiam 35 sentados e 38 em pé. O certo seriam 73 pessoas sentadas. É um mínimo de respeito. Tinha uma senhora muito simpática, se relacionava com as pessoas.

Na Liberdade peguei o Metrô. Estranho: poucos lugares para se sentar e muito espaço para ir em pé. Tem alguma coisa errada no Projeto. Todos tem que ir sentados. Realmente tem muita gente para transportar, quem vai em pé tem pagar mais barato. E o ar condicionado é muito fraco para o número de pessoas que transporta.

Interessante que sempre fui favorável ao homem dar o lugar para a dama (ainda gosto de fazer isso) e o jovem para o mais idoso. E o tempo passa. Já por duas vezes, recentemente, andando no Metrô, jovens me ofereceram o lugar, e eu aceitei com muito gosto.

Diferença do ônibus para o Metrô? No ônibus ainda dá para conversar com o cobrador. E alguns cobradores são muito simpáticos, e ficam amigos de todo mundo. E ajudam dando informações, lembrando o passagerio do lugar onde quer descer.

Faço estas observações para dizer que é muito difícil trocar o carro pelo transporte coletivo, muita coisa tem que melhorar.

Relembro as palavras do ex-Governador Franco Montoro, professor de Direito da PUC:

“Abro meu livro de introdução ao Direito com um dos mandamentos do advogado, de Eduardo Cuturi. Ele afirma que teu dever é lutar pelo direito, mas no dia que encontrares o direito em conflito com a justiça, lute pela justiça. Isso é o que procuro transmitir, a luta pela justiça justifica toda minha vida pública. Não basta que o país seja mais rico, mas que a população viva melhor.”

Teria sido um grande Presidente.

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